Querido o jantar está pronto

O “Querido, o jantar está pronto” abriu portas, a 1 de Novembro de 2013. Mas estas portas abriram pelas mãos de quem nunca tinha estado ligado ao ramo da restauração. E este pormenor, aliado a tantos outros que olhares mais atentos divisam, na opinião dos convivas, torna ainda mais curioso este projecto.
Um projecto familiar, que foi ganhando tempero com os anos.

Tomou forma em apenas um mês e meio, mas trouxe nos tachos muita paixão, gosto de bem receber e certezas de que a cozinha é acima de tudo um prazer; uma partilha singular de emoções e paladares.

O “Querido, o jantar está pronto”, começou por ser conhecido pelos doces e sobremesas. Os primeiros a provar foram os amigos, e depois os amigos dos amigos. A cada semana as encomendas cresciam. E rapidamente começou a ameaçar tornar-se o negócio da família.

Mas o destino é muito caprichoso, e como acreditamos que nada é por acaso; a abertura deste espaço aconteceu por culpa de mais duas paixões: a Laura e o Fado.
A Laura, é a bebe. Quando ela nasceu, decidimos que enquanto fosse possível, estaríamos sempre com ela. A par desta decisão a cozinha lá de casa cresceu. Cresceu porque a Laurinha deixou. Cresceu em formas e forminhas, pastas, cremes, coberturas, recheios, muita farinha e muito açúcar. Cresceu de maneira que abalroou a sala de jantar.

Depois dos doces, sobem ao palco os salgados. Nasceram as Pressinhas. Nasceram para facilitar a vida das nossas clientes. Nasceram da correria dos dias em que não programa-mos a ementa para o jantar; Do cansaço que nos assalta ao final do dia, onde preparar o jantar parece uma maratona impossível de concretizar;
Quizemos substituir toda esta pressão pela ligeireza da expressão:
QUERIDO, O JANTAR ESTÁ PRONTO.
E foi aqui que nasceu o nosso nome, justamente aqui.

As Pressinhas são um sucesso. São refeições individuais. Recheios vários envolvidos na mais estaladiça e saborosa massa folhada caseira. Estão congeladas e ficam prontas em 20 minutos. São Pressinhas, por serem tão práticas e fáceis de preparar.

Nada é por acaso, também por causa do Fado, hoje estamos aqui. O telefone tocou. Era um cliente. Queria Fado no Restaurante Dom Gafas (antigo nome). Esse negócio não se fez, mas o Querido, mudou-se para lá. Redesenhamos a cozinha, redecoramos, impregnamos a nossa forma de ser e estar em tudo o que nos lembramos. Criamos uma página no facebook e abrimos a porta.
Fomos e somos surpreendidos por clientes que fazem dezenas de quilómetros para cá chegar. Isso aumenta a nossa responsabilidade, porque levam com eles um bocadinho de Felgueiras.

Este espaço tornou-se numa extensão da nossa própria casa, e fazemos questão que continue assim. Além de muitos objectos pessoais e decorativos, trouxemos o Fado. O Fado acontece uma vez por mês. A primeira esgotou, foi a 11 de Dezembro, com voz da casa, Susana Cardoso. A 31 de Janeiro, Juliana Duarte, fadista convidada, enche de novo a casa e a alma quem a ouviu. A data de Fevereiro será brevemente anunciada.

Somos recém-nascidos neste negócio, mas a mensagem tem corrido rapidamente de forma muito positiva. Trabalhamos com um menu e preço fixo, o que é novidade por estes lados. Incluímos uma maratona de entradas, onde se destacam as Trouxinhas de massa folhada. A Sopa da Pedra, que notamos começa a ser referência. A Vitela Arouquesa Assada à Moda do Querido, servida em travessas de ferro fundido a escaldar. Para uns é cozida antes de ir ao forno, para outros é do tempero, para todos é deliciosa. As sobremesas, todas feitas na cozinha do Querido: Gemidos, Encanadinhos, Tarte Cremosa de Maça, Brownie com Nozes, Pão de Ló Ovos Moles, Pão de Ló Ovos Moles com Nozes, Leite Creme, Papos de Anjo dos Açores, Pudim Abade de Priscos. Incluímos ainda as bebidas e o café, feito na sala em cafeteiras italianas, que aromatizam o espaço e fazem viajar no tempo. Mas a cozinha do Querido está sempre em mutação, as entradas e sobremesas estão sempre a alterar, há sempre novidades.

Embora nos tenhamos transformado em restaurante, continuamos a satisfazer todos os pedidos de Sobremesas, Salgadinhos e Pressinhas para fora. E este sector está também em crescimento, uma vez que agora, são muitos mais a provar as nossas iguarias. No caso dos Salgados, fornecemos congelados ou já prontos a comer.

Este ofício é muito exigente, de muito pormenor, nem sempre fácil. Mas felizmente, não poucas vezes gratificante. Entra-nos porta dentro um cliente e por altura do café já é um amigo. Batemos com a mão no peito e pensamos: É para isto que trabalhamos. Só temos muita pena, de não termos como ser clientes do Querido, adorávamos vir cá jantar.

Há coisas que nos acontecem na vida para as quais não temos palavras. O Querido, nasceu de um desses momentos.

OBRIGADA.

Confidências…

“Parece impossível como eu nunca tinha ouvido falar deste restaurante.”

“Nós viemos para apreciar.”

“Jantar fora, para mim, tem um significado diferente, não é matar a fome, comer qualquer coisa. É um acontecimento, tem de parecer um filme. O espaço, o ambiente, o serviço, a gastronomia. Eu tenho de me sentir a viajar.”

“Vou colar o vosso cartão de visita na porta do frigorífico lá de casa. Assim a minha mulher quando tiver o jantar pronto, olha para o cartão e lembra-se de me chamar: querido, o jantar está pronto.”

“Vou dizer-lhe uma coisa e que fique para futuro, quando eu for grande gostava de trabalhar aqui, é calminho. Gosto disto.”

“Vocês conseguiram tornar este espaço muito agradável, muito acolhedor. Estão de parabéns.”

“Isto é tudo bom, cinco estrelas. Só tenho pena de não conseguir comer mais.”

“Não conheço nada do género por aqui e arredores, é interessante, não passa de um casebre mas com muito requinte”O “Querido, o jantar está pronto” abriu portas, a 1 de Novembro de 2013. Mas estas portas abriram pelas mãos de quem nunca tinha estado ligado ao ramo da restauração. E este pormenor, aliado a tantos outros que olhares mais atentos divisam, na opinião dos convivas, torna ainda mais curioso este projecto.
Um projecto familiar, que foi ganhando tempero com os anos.

Tomou forma em apenas um mês e meio, mas trouxe nos tachos muita paixão, gosto de bem receber e certezas de que a cozinha é acima de tudo um prazer; uma partilha singular de emoções e paladares.

O “Querido, o jantar está pronto”, começou por ser conhecido pelos doces e sobremesas. Os primeiros a provar foram os amigos, e depois os amigos dos amigos. A cada semana as encomendas cresciam. E rapidamente começou a ameaçar tornar-se o negócio da família.

Mas o destino é muito caprichoso, e como acreditamos que nada é por acaso; a abertura deste espaço aconteceu por culpa de mais duas paixões: a Laura e o Fado.
A Laura, é a bebe. Quando ela nasceu, decidimos que enquanto fosse possível, estaríamos sempre com ela. A par desta decisão a cozinha lá de casa cresceu. Cresceu porque a Laurinha deixou. Cresceu em formas e forminhas, pastas, cremes, coberturas, recheios, muita farinha e muito açúcar. Cresceu de maneira que abalroou a sala de jantar.

Depois dos doces, sobem ao palco os salgados. Nasceram as Pressinhas. Nasceram para facilitar a vida das nossas clientes. Nasceram da correria dos dias em que não programa-mos a ementa para o jantar; Do cansaço que nos assalta ao final do dia, onde preparar o jantar parece uma maratona impossível de concretizar;
Quizemos substituir toda esta pressão pela ligeireza da expressão:
QUERIDO, O JANTAR ESTÁ PRONTO.
E foi aqui que nasceu o nosso nome, justamente aqui.

As Pressinhas são um sucesso. São refeições individuais. Recheios vários envolvidos na mais estaladiça e saborosa massa folhada caseira. Estão congeladas e ficam prontas em 20 minutos. São Pressinhas, por serem tão práticas e fáceis de preparar.

Nada é por acaso, também por causa do Fado, hoje estamos aqui. O telefone tocou. Era um cliente. Queria Fado no Restaurante Dom Gafas (antigo nome). Esse negócio não se fez, mas o Querido, mudou-se para lá. Redesenhamos a cozinha, redecoramos, impregnamos a nossa forma de ser e estar em tudo o que nos lembramos. Criamos uma página no facebook e abrimos a porta.
Fomos e somos surpreendidos por clientes que fazem dezenas de quilómetros para cá chegar. Isso aumenta a nossa responsabilidade, porque levam com eles um bocadinho de Felgueiras.

Este espaço tornou-se numa extensão da nossa própria casa, e fazemos questão que continue assim. Além de muitos objectos pessoais e decorativos, trouxemos o Fado. O Fado acontece uma vez por mês. A primeira esgotou, foi a 11 de Dezembro, com voz da casa, Susana Cardoso. A 31 de Janeiro, Juliana Duarte, fadista convidada, enche de novo a casa e a alma quem a ouviu. A data de Fevereiro será brevemente anunciada.

Somos recém-nascidos neste negócio, mas a mensagem tem corrido rapidamente de forma muito positiva. Trabalhamos com um menu e preço fixo, o que é novidade por estes lados. Incluímos uma maratona de entradas, onde se destacam as Trouxinhas de massa folhada. A Sopa da Pedra, que notamos começa a ser referência. A Vitela Arouquesa Assada à Moda do Querido, servida em travessas de ferro fundido a escaldar. Para uns é cozida antes de ir ao forno, para outros é do tempero, para todos é deliciosa. As sobremesas, todas feitas na cozinha do Querido: Gemidos, Encanadinhos, Tarte Cremosa de Maça, Brownie com Nozes, Pão de Ló Ovos Moles, Pão de Ló Ovos Moles com Nozes, Leite Creme, Papos de Anjo dos Açores, Pudim Abade de Priscos. Incluímos ainda as bebidas e o café, feito na sala em cafeteiras italianas, que aromatizam o espaço e fazem viajar no tempo. Mas a cozinha do Querido está sempre em mutação, as entradas e sobremesas estão sempre a alterar, há sempre novidades.

Embora nos tenhamos transformado em restaurante, continuamos a satisfazer todos os pedidos de Sobremesas, Salgadinhos e Pressinhas para fora. E este sector está também em crescimento, uma vez que agora, são muitos mais a provar as nossas iguarias. No caso dos Salgados, fornecemos congelados ou já prontos a comer.

Este ofício é muito exigente, de muito pormenor, nem sempre fácil. Mas felizmente, não poucas vezes gratificante. Entra-nos porta dentro um cliente e por altura do café já é um amigo. Batemos com a mão no peito e pensamos: É para isto que trabalhamos. Só temos muita pena, de não termos como ser clientes do Querido, adorávamos vir cá jantar.

Há coisas que nos acontecem na vida para as quais não temos palavras. O Querido, nasceu de um desses momentos.

OBRIGADA.

Confidências…

“Parece impossível como eu nunca tinha ouvido falar deste restaurante.”

“Nós viemos para apreciar.”

“Jantar fora, para mim, tem um significado diferente, não é matar a fome, comer qualquer coisa. É um acontecimento, tem de parecer um filme. O espaço, o ambiente, o serviço, a gastronomia. Eu tenho de me sentir a viajar.”

“Vou colar o vosso cartão de visita na porta do frigorífico lá de casa. Assim a minha mulher quando tiver o jantar pronto, olha para o cartão e lembra-se de me chamar: querido, o jantar está pronto.”

“Vou dizer-lhe uma coisa e que fique para futuro, quando eu for grande gostava de trabalhar aqui, é calminho. Gosto disto.”

“Vocês conseguiram tornar este espaço muito agradável, muito acolhedor. Estão de parabéns.”

“Isto é tudo bom, cinco estrelas. Só tenho pena de não conseguir comer mais.”

“Não conheço nada do género por aqui e arredores, é interessante, não passa de um casebre mas com muito requinte”


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